*SEO’s as in profissionais desta área.

Uma lista completa de razões pelas quais os designers e programadores não se podem substituir a alguém experiente em Search Engine Marketing, embora as actividades sejam complementares e devam funcionar de forma integrada e em modo de entreajuda.
Para quem percebe disto, a dura realidade de alguns dos tópicos faz até esboçar sorrisos nervosos de “já ouvi isto tantas vezes”.

Ora leiam, o artigo original de Jill Whalen:85 Reasons Why Website Designers/Developers Keep SEOs in Business e digam de vossa justiça.

O futuro do SEA

Maio 13, 2009

Ontem foi dia de assistir a mais um workshop de webmarketing.
Ultimamente, sabem-me sempre a pouco, mas ainda assim são bons para manter um grau de actualização a par do que me proporcionam as dezenas de newsletters subordinadas ao tema que vou recebendo.

Falou-se da crise (as pessoas adoram a crise!). Falou-se das Redes Sociais.
Falou-se de SEM. Do SEO e do SEA que o constituem.
(começa com Search Engine, o M é de Marketing, o O de Optimization e o A de Advertising, mais dúvidas é favor remeter para semiprofissional(at)gmail(ponto)com)

Mas não se falou disto que vou referir agora: o futuro do SEA.
Por enquanto, a publicidade paga nos motores de busca, com o exemplo mais emblemático do Google AdWords, paga-se por clique.
Não importa quantas vezes o anúncio é visto, o anunciante só paga se o utilizador clicar, entrando efectivamente no site.

Mas li há pouco tempo, aquela que é esperada como a próxima evolução: o Custo por Acção.
Não importa quantas vezes o anúncio é visto, mas nem sequer quantas vezes é clicado, o anunciante só paga se o utilizador tomar a acção definida como objectivo. Exemplos disso são a compra, o registo ou o envio de formulários.

Aguardo então, e aguardem-no com mais expectativa, as empresas anunciantes, o cost per action que substituirá o cost per click. Porque se o primeiro já traz um retorno bastante satisfatório do investimento, imaginem o que uma boa campanha com o modelo de cost per action não poderá fazer pelo seu negócio.

CAPTCHA!!

Maio 11, 2009

Sim…parece um grito de guerra. Mas não é.
Podem também conhecer o CAPTCHA por Teste de Turing, palavra de verificação ou letrinhas-que-tenho-de-pôr-igual-antes-de-comentar-um-blog.

CAPTCHA significaCompletely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart. (não arranjavam acrónimo mais curto e simpático, não?)

É uma funcionalidade anti-spam que permite evitar registos ou comentários automáticos e em massa de robots. Uma prova que é um humano que está a tomar aquela acção, no fundo.

Muitas vezes torna-se desnecessário, quando os sistemas de anti-spam já são suficientemente bons. Por exemplo, o dos blogs do Sapo, passa publicidade, funciona na perfeição, sem precisar do Teste de Turing.

Existe em diversas formas diferentes. E tenho a certeza que apesar da aleatoridade, já se depararam com algumas expressões bem ridículas, como esta:

CAPTCHA - Exemplo 1

CAPTCHA - Exemplo 1

…ou ainda alguns em que a leitura é tão dificultada que se torna  impossível. Como este:

CAPTCHA imperceptível

CAPTCHA - Exemplo 2

Ou outros que se assemelham a testes psicotécnicos! Como este:

CAPTCHA Teste Psicotécnico

CAPTCHA - Exemplo 3

Vejam outros exemplos ainda piores no artigo de onde estes foram retirado: 15 of the Meanest CAPTCHAs ever.

A compra de um domínio deve ser fruto de uma boa análise:  deve ser relacionado com o site, de fácil memorização, nem demasiado curto, nem demasiado comprido, composto por mais que consoantes inexpressivas…

Mas há um factor em particular, muito importante a evitar: ambiguidade de leitura.

É que pode resultar mal. Exemplos? Vejam o top 10 seleccionado pelo blog demonicious.com.

Por isso, muito cuidadinho na compra de um domínio. Pensem em tudo, não só no nome da empresa.