É há muito um dilema.
Por um lado, temos os sites em Flash, que podem usar e abusar da criatividade. É verdade que permitem efeitos únicos, sobretudo elementos visuais de excelência. Um site em flash é quase um “puxar a brasa à sardinha” dos designers.
Identificá-los é relativamente fácil. Em caso de dúvida são “aqueles em que não se consegue seleccionar o texto com o rato” – foi assim que aprendi.
O “mas” dos sites em flash (há sempre um “mas”) é a difícil indexação nos motores de busca.

Por outro lado, nos sites em HTML a indexação é feita com relativa facilidade. O processo de optimização para os motores de busca consegue resultados mais eficazes, pois os MBs lêem correctamente os conteúdos e seguem os links sem dificuldade.
O “mas” é a limitação no design. Não significa que estes não sejam sites bem elaborados e atractivos – há inúmeros bons exemplos de sites HTML, contudo o potencial para ser arrojado (sendo esse o objectivo) é menor.

Tudo tem solução. A Adobe desenvolveu uma tecnologia que permite a melhor leitura dos spiders para sites em Flash. O Google já aderiu a esta tecnologia e o Yahoo prometeu para breve a sua integração.
Há ainda algumas limitações e a indexação dos sites implica neste momento a adesão às campanhas PPC, mas tudo indica que haverá a curto prazo mais evolução nesta matéria.

Fiquem atentos. E no entretanto, leiam o artigo que explica tudo isto um pouco melhor.

É verdade que me tenho desleixado um pouco com este blog, pelo que (certamente foi por isso) o Google decidiu dar-me um incentivo.

A verdade é que na última semana do ano, segundo confirmado pelo próprio Matt Cutts, o Page Rank foi actualizado. Este meu blog, apesar de jovem e nem sempre actualizado com a frequência desejada, obteve Page Rank pela primeira vez, passando directamente para 2 – como poderão acompanhar a partir de agora na aplicação de Page Rank da coluna à direita.

Não que eu aplique alguma técnica de SEO ao blog semiprofissional, mas tenho especial cuidado nas tags, nos títulos e nos temas de alguns artigos que sei que influenciarão o seu tráfego. Por isso não pude deixar de me orgulhar um bocadinho com esta subida – não tanto como com as subidas de outros sites que optimizo mais a sério e onde vi com satisfação a recompensa do meu trabalho.

Mas será o Page Rank assim tão importante?
A verdade é que o é cada vez menos. Mas ainda assim é uma medida de desempenho do site a que muitas empresas continuam a estar atentas e que continua a contribuir (entre tantos outros factores) para a melhor posição de uma página nos motores de busca.

Há diversas ferramentas gratuitas que permitem identificar o Google Page Rank atribuído a um site. Neste link podem aceder a uma delas, onde apenas é necessário digitar o endereço da página a verificar.

Nota: O Matt Cutts é o especialista em pesquisa da Google, que dá umas dicas à comunidade SEO. Estejam atentos às Google Webmaster Guidelines.