Descobri-o através de um artigo sobre o Twitter do CEO da Zappos. Parece que ele é um apaixonado pelo Twitter, que partilhando muitos episódios pessoais, tornou-se a si e à empresa, um fenómeno. Um exemplo seguido por muitos acerca do aproveitamento de todo o potencial da web 2.0.

O Twitter é então mais uma ferramenta da web 2.0. Uma rede social na categoria do apelidado microblogging.
Eu prefiro explicar de outra maneira. É uma espécie de depositório dos nicks do messenger. De facto o Twitter não é ainda (se é que chegará a ser) muito popular em Portugal, mas a maior parte das pessoas tem MSN. Escreve nicks com pensamentos, estados, informações, avisos, convites…o que vier à cabeça.
O Twitter serve para isso. Escrevem-se entradas de texto até 140 caracteres, com o que bem apetecer (e através de várias plataformas e aplicações) e partilha-se com os amigos ou com o público em geral.

A mim, recorda-me uma cadeira da faculdade, Escrita Criativa, quando nos pediram que escrevessemos diariamente um pensamento num caderno. O exercício pareceu-me inútil, mas mesmo sem muita vontade, fiz o que me foi pedido. A verdade é que hoje olho para o caderno e as frases mais ou menos explícitas me lembram episódios que de outra maneira dificilmente recordaria.
Utilidade? Fazer uso da livre expressão, sem a pressão de manter um blog, ficar a par do que vão fazendo amigos ou familiares, divulgar promoções ou serviços (no caso das empresas), receber notícias actualizadas (muitos meios de comunicação estão no Twitter, por exemplo, o Público).

Depois da inscrição, a utilização é muito fácil. Nem é preciso entrar no site, pois há diversas aplicações que permitem actualizar e receber actualizações, através do iGoogle, do MSN ou por telemóvel, enviando uma simples mensagem.

É possível responder a outros utilizadores, criando situações de chat ou o equivalente a um comentário num blog. Isto faz-se editando texto normalmente como se fosse para acrescentar no nosso Twitter, mas acrescentando no fim: @nomedodestinatário. Outra particularidade é que os URLs partilhados, são transformados em “tinyurl” de forma a que o aproveitamento dos 140 caracteres seja melhor.

Gosto do conceito. Não gosto é do layout. Resta saber se veio para ficar (aqui por terras lusas).

Experimentem. Eu já estou lá.

Vi-o há  pouco tempo na FNAC. É de facto tão fino e adorável como parece neste anúncio:

Mas parece que o elegante Macbook Air e o seu anúncio já são alvo de paródia. O espírito publicitário mais ou menos talentoso que existe em cada um de nós (eu acredito nisto) levou a que fizessem esta brincadeira com o anúncio:

De um ponto de vista muito mais sério (?), alguém alerta para as consequências que um portátil desta elegância pode trazer para a sociedade de laptops. É a obsessão pela magreza, já sobejamente discutida entre as pessoas, mas ainda um tabu para o mundo informático. Fica o aviso.

SEO não é magia…

Outubro 16, 2008

Foi quando um cliente me disse: “Procurei pela palavra-chave X e o meu site não apareceu em primeiro lugar” que percebi a importância de escrever este post.
Acrescento que este site está online há menos de meia dúzia de meses e que a estratégia de divulgação SEO só começou a ser implementada há cerca de um mês atrás.

SEO não é um passe de magia. É a combinação de vários factores, alguns dos quais não podemos controlar, com resultados que podem demorar vários meses a serem sentidos.

O que contribui para um bom posicionamento nos motores de busca? Conteúdo relevante, design atractivo, optimização do site potenciando e guiando a indexação de páginas nos motores de busca, outbound links (mais em qualidade, do que em quantidade), entre outros dos quais certamente falarei em posts futuros. Tudo isto baseado numa estratégia coerente de marketing.
Mas todas estas acções, só por si, não são uma garantia de resultados. Sobretudo resultados imediatos. Sobretudo quando todo os webmasters já estão despertos para esta realidade e a optimização de sites é comum. Sobretudo quando esta realidade está em constante mudança.
E o que fará verdadeira diferença quando todos os sites estiverem igualmente bem optimizados será a oferta da empresa. Tem aquilo que os clientes procuram? Sobre isso li este interessante artigo.

Para resultados mais rápidos e maior probabilidade de surgir nos lugares cimeiros sugiro os links patrocinados. Embora a crítica diga que os utilizadores preferem a pesquisa orgânica normal.

Conclusão: SEO não é uma ciência exacta…mas também não é magia.

Circo Online

Outubro 14, 2008

Um bom espectáculo ou uma boa peça de comunicação?
Either way, uma utilização real do potencial do meio Internet aqui.

Nota: não maximizar a janela

Provavelmente o primeiro post devia ser dedicado à minha apresentação e das minhas competências.
Como o meu curriculum não é extenso opto por dar prova da competência ao invés de a fundamentar com a licenciatura em Publicidade e Marketing e com a já-alguma-recolhida experiência profissional.

Como é que faço isso: explicando a diferença entre SEM e SEO. Isto porque a confusão está de certa forma generalizada e eu tive a necessidade de me informar convenientemente sobre o assunto.

Recomecemos:

Qual a diferença entre SEM e SEO?
SEM (Search Engine Marketing) refere-se às estratégias de Marketing delineadas com vista a melhorar a visibilidade de uma empresa nos resultados de pesquisa dos motores de busca. Essas estratégias envolvem diversas técnicas, como o PPC (pay-per-click, nos chamados links patrocinados) ou SEO.
SEO (Search Engine Optimization) é, portanto, um dos processos de SEM, nomeadamente o que se refere à optimização das páginas web, de forma a potenciar essa mesma visibilidade. Ou seja, ajuda os crawlers dos motores de busca a indexar as páginas do site, através de uma construção regida por certos parâmetros.

Voltarei a este assunto, mas para a estreia fico-me por aqui.